São cerca de 25 militares de três áreas distintas que têm de partilhar uma única viatura, criando dificuldades aos guardas. É que, de acordo com informações recolhidas pelo JN, os militares têm de ir buscar os outros guardas localizados nos outros postos, sempre que seja necessário ir a uma ocorrência. Ao que o JN apurou, os militares também se queixam de que a falta de viaturas próprias impede o policiamento de montes isolados, uma vez que para percorrer a área do Agrupamento de ponta a ponta, os militares levam cerca de duas horas.


Contactado pelo JN, o coordenador da Delegação Sul da Associação dos Profissionais da Guarda António Barreira disse que "existe uma lei de programação para instalações e equipamentos e que essa lei deverá ser aplicada urgentemente. Neste ano, para a GNR não foi gasto um cêntimo com base nessa lei. Isso é o resultado do desinvestimento de vários anos e não só nesses locais mas um pouco por todo o país", adiantou o dirigente funcionam apenas com um automóvel, cedido por outro posto, que tem de patrulhar cerca de mil quilómetros quadrados.

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