Por César Nogueira | 30.12.17

No findar de mais um ano, concluímos que se encerra um ciclo marcado por expectativas defraudadas. O Governo vai passando ao largo das justas reivindicações dos profissionais da GNR, enquanto reclama para si a bandeira da justiça social, justiça que não é para todos.

Sobre a reposição integral do direito à progressão na carreira ainda nada de concreto. Não aceitaremos tratamento diferenciado, pois para contribuir, para superar a crise, também não existiu diferenciação.

Continuamos a ser "funcionários públicos" de segunda categoria, com um horário de 40 horas semanais, que frequentemente não é cumprido, com mais deveres e menos direitos que os outros.

O balanço só podia ser negativo e 2018 traz os mesmos desafios do passado, mas renovada determinação que animará o nosso espírito reivindicativo.

Uma Associação com vitalidade será sempre determinante no processo de modernização da GNR e na conquista de direitos.

Podem contar connosco nas batalhas que se avizinham.

Artigo em CM Jornal