Associação de Profissionais da Guarda aponta "falta de efetivo"

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Este ano e ao contrário do que tem sido habitual, a operação Censos Sénior da Guarda Nacional Republicana só será concretizada em outubro.

 

A GNR justifica esta decisão como questões operacionais e explica que este ano decidiram juntar as operações Censos Sénior e Idosos em Segurança. 

Ouvido pela Antena 1, César Nogueira, da Associação dos Profissionais da Guarda (APG), admite que a falta de efetivos está a condicionar os trabalhos. Segundo o responsável, a “histeria” dos incêndios está a desviar meios humanos das outras funções.

Quase 500 militares da GNR foram para os GIPS - Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro e aproximadamente 350 entraram esta semana em estágio. Seiscentos novos guardas estão ainda em formação até setembro. 

César Nogueira admite que, com este adiamento dos Censos Sénior, a GNR não vai poder atualizar os dados sobre os idosos que vivem sozinhos ou isolados.

César Nogueira admite ainda que outros serviços estejam a ser afetados pela falta de pessoal, sobretudo nos postos territoriais, aqueles que são menos mediáticos.

Artigo disponivel em RTP.PT