Pode ser a diferença entre a vida e a morte. Já levámos esta situação ao MAI, mas até agora nada foi feito e a situação até se agravou. Falta de investimento em meios humanos naquilo que é um ponto nevrálgico de todo o sistema de socorro", acusa Paulo Rodrigues, presidente da ASPP/PSP.

A posição é corroborada por César Nogueira, da APG/GNR, acescentando que não houve investimento ou reforço nos ultimos anos. "Os elementosde serviço são sobre carregados e a situação não é pior porque há voluntários para cobrir as falhas".