"A carência de meios auto atingiu já o limite do aceitável, em que os destacamentos e postos têm que gerir entre si os poucos meios que possuem" adiantou ao JN António Barreira, coordenador sul da APG para quem "Loulé é um exemplo que contraria a ideia que nunca houve tanto investimento nas forças de segurança como neste governo".

Contactado pelo JN, o comando geral da GNR diz que "a frota atribuída ao Posto de Loulé não apresenta, de momento, uma operacionalidade de 100%, tendo a situação sido sanada através do balanceamento, por parte do Destacamento de Loulé, de duas viaturas, estando em reserva outras duas em caso de necessidade, medida que permite garantir o cumprimento das missões."

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